briefing, esse grande desafio

Olha, há poucos minutos fiquei até sem ar de tanto rir! Estava passando pelo ótimo blog Achismo, do profissional de marketing Tomás Oliveira, que inclusive está na minha lista de links indicados, e topei com um vídeo que ele achou no YouTube sobre a dura vida de quem precisa estar pronto para enfrentar as “agruras” das reuniões de briefing no trabalho…

Se você faz parte do vasto universo de profissionais que passa (e passará) por isso inúmeras vezes na vida, entenderá exatamente do que estou falando. Se não for, acho que vale a pena conferir também, nem que seja para saber como você é uma pessoa de sorte.

 

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a "tal" da lei seca

A primeira primeira coisa que quero dizer, antes de qualquer outra, é que não consumo bebidas alcoólicas. Nadinha da nada mesmo. E que tudo o que virá a seguir, em nada tem a ver com algum tipo de preconceito dirigido a quem aprecia beber de forma responsável e moderada [vamos combinar que gente bêbada não é a coisa mais agradável do mundo, mesmo quando a figura embriagada é um de seus melhores amigos].

Sei que sou fui uma exceção, pois quando somos jovens a regra é clara [com o perdão dos amantes do futebol e fãs do Arnaldo César Coelho]: as turmas saem para se divertir e parece que, cada dia mais, se divertir vira sinônimo de drogas – álcool, tóxicos, cigarros [sim, também não fumo e não tenho medo de dizer aos quatro ventos que sou SUUUUUPER contra].

Mesmo com a tendência, em crescimento lento, das pessoas ficarem mais em casa [acho que mais na faixa dos 30 pra cima], parece que os jovens ainda preferem as “baladas”, a noite que promete mistérios e aventuras – nem sempre tão legais quanto eles imaginavam que fossem ser. Pois são exatamente esses seres, entre 18 e 29 anos, querendo descobrir o mundo, que acabam como parte das estatísticas de acidentes fatais em todo o Brasil.

Para os mais exaltados e contrários à lei, é bom reparar que ela nem mesmo pode ser chamada de Lei Seca já que não impede aos estabelecimentos a venda de bebidas nem as pessoas de beber. A regra é SE vai DIRIGIR não beba. Não é tão complicado e dramático assim. Vai sair com os amigos, façam um rodízio para que cada um fique sem beber em uma das vezes. Está sozinho? Pegue um táxi. Quer beber e não ficou contente com nenhuma das alternativas anteriores? Fique em casa. Pode salvar a sua vida e a de pessoas inocentes que não têm nada a ver com isso.

Os números são mais do que prova de que zerar a taxa de álcool no sangue dos motoristas foi um grande acerto da administração pública federal [nem dá pra acreditar que foi o Lula quem assinou, sabendo-se de seu "achego" a umas biritas], já nas primeiras semanas de validade [a lei foi sancionada em 19 de junho, ou seja, não tem nem dois meses]. Somente em São Paulo, o número de mortes por acidentes de trânsito caiu 63%. O levantamento, de 21de julho, tem como base dados do Instituto Médico-Legal (IML). Não é à toa que a aprovação popular por aqui já passa de 70% e está crescendo.

As estatísticas positivas, na diminuição no número de acidentes e mortes, se repetem Brasil afora: no Distrito Federal, redução de 20%, no Paraná, 21%. No Rio de Janeiro, somente nas estradas federais, a queda foi de impressionantes 42%.

O melhor é ir se acostumando e lembrar que, além do risco de perder sua habilitação [a sua vida e a dos outros, então, nem se fala], uma autuação pode mexer fundo no seu bolso, pois a mudança fez da legislação brasileira uma das mais rígidas do mundo no assunto, como você pode ler com mais detalhes na reportagem da Folha On Line.

Quer conhecer os principais pontos da lei? Clique aqui.

Divirta-se um pouco com a campanha que a Budweiser fez sobre esse mesmo assunto, chamada Designated driver, e que fiquei conhecendo por meio da exposição ACT Responsible, em mídia impressa e eletrônica sobre ações de responsabilidade socio-ambiental de todo o mundo.

 

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acreditar

Há muito tempo ganhei, de uma pessoa especial, um caderno de anotações extremamente bonito, usado como brinde por uma agência super criativa de São Paulo, chamada Café Comunicação. De bom gosto em detalhes, o que mais me encantou (e não podia ser diferente) foi o texto de abertura.

Em uma época em que queremos, mais do que tudo, acreditar: palavras que inspiram.

 

No fundo, no fundo, tudo é uma questão de saber no que você acredita.

Nós acreditamos em paixão, dedicação, entrega. Acreditamos em voz, acordo, troca de idéias. Nós acreditamos em idéias. | Nós acreditamos em abraços, apertos de mão, gestos, gargalhadas, calor. Nós acreditamos no poder restaurador que um sorriso tem na vida das pessoas. Por isso, nós sorrimos todo dia.

Nós acreditamos em céu, Sol, Lua, estrelas. Nós acreditamos em tudo o que sente, vibra, xinga, grita. Nós acreditamos que muitas pessoas não sabem a tabuada de cabeça, mas acreditamos nelas mesmo assim. | Nós acreditamos no mistério, no que não se vê, na fé. Acreditamos em Deus. Nós acreditamos em confiança, união, reunião, em amigos de infância, irmãos, família.

Nós acreditamos na primeira tacada, na segunda tentativa e na última chance.

Nós acreditamos em música, sonhos, movimento, ação, emoção. Nós acreditamos que a lágrima é a emoção que transborda da alma. Acreditamos em frio na barriga, amor à primeira vista, primeiro encontro. Nós acreditamos que cada instante é único, porque tudo que é vivido com empolgação tem o sabor da primeira vez.

Nós acreditamos no cantos dos pássaros, nos raios de sol, nas árvores, nas sementes. Nós acreditamos que tudo pode ser cultivado na vida. E que o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória.

Nós acreditamos em papai noel, coelho da páscoa, fadas e tudo o que as crianças acreditam. Porque nós acreditamos que todos ainda são crianças por dentro. E nós acreditamos em crianças. | Nós acreditamos em planos, improvisos, imaginação, razão e arte. Nós acreditamos que é possível ter a cabeça nas nuvens, sem tirar os pés do chão.

Nós acreditamos em respeito, observação, tradição. Nós acreditamos que todos têm alguma lição a ensinar, mesmo que seja como aprender. | Nós acreditamos que todos os problemas têm solução, que as coisas sempre podem melhorar. Nós acreditamos em brilho no olhar e que, sem ele, nada vale a pena.

Nós acreditamos que a vida vale a pena.

nos dedos das mãos

Neste último domingo foi o dia internacional da amizade. Apesar da data já ter passado, achei que merecia um comentário aqui no blog. Não por conta do calendário oficial, mas pelo assunto. Já que amigos, aqueles de verdade, são um assunto muito sério.

Você já parou pra pensar [de verdade] em quantos amigos verdadeiros tem? Quando digo verdadeiros aqui, quero dizer aqueles para quem você pode tudo [tirando apenas aquilo que você não faria para ninguém mesmo]. Você pode ligar no meio da noite porque se sente mal e precisa de alguém para te ajudar. Pode contar seus segredos sem medo de que se espalhem como areia ao vento. Pode chorar sem medo de parecer ridícula ou fraca porque precisa desabafar. Pode passar uma tarde inteira sem fazer nada, só pelo prazer da companhia de alguém querido. Pode contar.

Essas pessoas especiais também compreendem quando você quer seus momentos. Aqueles só seus, sabe? Não se sentem excluídos por você sumir de vez em quando. Ligam, escrevem ou aparecem para te dar força, sem exageros, mas respeitam o seu tempo e o seu jeito.

Eles também dão broncas quando acham que você merece, mas não para ter razão ou diminuir você. Só porque querem que você melhore e seja mais feliz. E quando você acerta, ganha, vence, eles vibram com a mesma alegria, somam as energias positivas.

Amigos como estes, eu posso dizer por mim, conto nos dedos. E acho que nem somam os das duas mãos. São poucos e parece que a ligação que existe entre nós é algo sem explicação. Isso porque nem todos fizeram parte de toda a minha vida ou estiveram em contato direto comigo, sem intervalos. Mas o amor, o carinho, que sinto por eles simplesmente faz parte de mim.

A esses queridos, que me entendem e me confiam também parte de si mesmos, eu agradeço. Pois, como diz uma amiga da minha irmã: “caixão não tem gavetinha”. O que a gente leva da vida é o que a gente vive, como e com quem.

farol vermelho, rotatória etc: você respeita?

Tudo bem. É difícil não ficar meio maluco, estressado, sem paciência tendo de enfrentar o trânsito de uma cidade como São Paulo todos os dias. Acho até que existe uma certa compreensão por parte da maioria dos motoristas, pois todos nós já passamos por apertos nessa área.

Mas existem certas regrinhas básicas que podem significar a diferença entre a vida e a morte em um trajeto, seja lá para onde ele leve. Escrevo sobre isso hoje, exatamente porque vi várias delas desrespeitadas sem o menor pudor. O que me deixa, sinceramente, horrorizada, pois sei de histórias com finais bem tristes de pessoas que foram vítimas de quem não está nem aí para as tais regras que cito.

Uma delas é respeitar faróis vermelhos. Hoje cedo, bem cedinho mesmo, estávamos minha irmã e eu passeando nossos cachorros tranqüilamente quando vimos não um ou dois, mas três (!) carros passarem em dois (!) faróis vermelhos seguidos (!!!), buzinando, como se isso lhes desse o direito de infringir um dos mais importantes sinais de trânsito. Fiquei indignada. Márcia, uma amiga minha, passou meses entre a vida e a morte, porque um maluco fez a mesma coisa quando ela atravessava um cruzamento que estava verde para ela. Um ônibus que furou o farol vermelho acertou o carro da filha de uma conhecida de nossa família e a deixou paraplégica com menos de 20 anos.

Outra coisa que parece não entrar na cabeça dos motoristas é o respeito às rotatórias. Sabe aquele círculo feito de pequenas tartarugas de concreto no meio de alguns cruzamentos de ruas? Pois é. Essas aí. Voltando de uma reunião hoje mesmo, eu já estava no meio da rotatória quando um cara quis passar na minha frente e quase batemos. Seria muito mais fácil se todos respeitassem a simples regra que diz: quem entra primeiro na rotatória tem prioridade de passagem. Se dois carros chegam juntos, o que está à direita tem a preferência. Ponto.

E dar seta, então? Pisca-pisca é praticamente um enfeite em zilhões de automóveis. Como se a pessoa que dirige no carro ao lado tivesse a obrigação de saber que você quer sair da última pista da esquerda pra pegar o acesso que está metros à frente.

Dos motoboys, nem vou comentar. Eles sempre têm “razão”, sempre têm “preferência”, como diz o tal humorista que imita a classe trabalhadora de duas rodas: são “os lactobacilos do trânsito”…

Infelizmente, as condições do trânsito da capital paulista não devem melhorar. Muito pelo contrário, tendem a ficar mais sufocantes com o passar do tempo. Por isso, temos de nos conscientizar de que a mudança tem de vir de nós, os motoristas. Que se houver respeito pelo outro, tudo fica mais leve. Que é preciso prestar atenção ao que se está fazendo, pois não só a sua vida está em jogo como a de outros seres vivos. Não é fácil, é verdade. Mas já que é preciso enfrentar o leão, pelo menos que o façamos com respeito por sua força, que pode nos tirar o que temos de mais precioso: a vida.

faça você mesmo

Estive meio sumida aqui do blog porque simplesmente estou “quebrada”… Nestas últimas semanas ajudei minha super irmã na reforma da casa dela (leia-se pintei, limpei, transportei) sem intervalos para descanso. Detalhe: o prédio não tem elevador e ela mora no último (4o.) andar…

Mas valeu a pena. Ficou tudo lindo. Perfeito. E os pincéis sempre estiveram presentes na minha vida, seja para pincelar paredes ou telas. Além do mais, é bom pra alma a gente suar um pouco a camiseta ajudando quem se ama. Neste caso, se ama MUITO.

Depois de cada dia de correria, sobrava muito pouca energia para sentar e escrever. Tudo o que eu queria era um bom banho quente, jantar e cair na cama. Até minha mente ficou meio fora do ar, focada em demãos de tinta e sacolas indo e vindo.

Por isso, peço desculpas aos visitantes mais assíduos… O ritmo já está quase lá e acredito que até o final desta semana, a vida voltará ao normal. Mais importante, minha irmã estará feliz, na casa nova, iniciando uma fase cheia de felicidade e sucesso. Ela merece.

speedy-e-fique fora do ar

Há tempos a tecnologia foi chegando e tomando conta de nosso dia-a-dia. Aos poucos, dominou as comunicações e, agora, ninguém consegue se imaginar sem um celular (de preferência um smartphone) ou uma conexão à internet.

Pois muita gente lembrou das épocas em que essa turma aí de cima não existia na semana passada com a queda de um servidor da Telefônica que controla o Speedy. Foi um fato tão marcante que deu até nos noticiários de televisão. Um show à parte. Isso porque empresas enormes, como a Prodesp, ficaram praticamente 24 horas fora do ar. Ninguém conseguia fazer nada. Porque, hoje, tudo se faz via internet, tudo é eletrônico, virtual, realizado na rede internacional de computadores.

Resultado: virou um caos geral. Ninguém conseguia ligar pro UOL pra saber o que estava acontecendo com o serviço de conexão (porque os usuários tentavam entrar na rede e recebiam uma mensagem de erro no servidor), ninguém conseguia saber da Telefônica quando o problema seria solucionado. Sem previsão de retorno.

Fiquei tentando horas. Nada. Daí perdi a paciência e resolvi que o melhor seria respirar fundo. Pensei: ah, Monica, ninguém merece ficar na frente do computador clicando no mouse a cada meia hora para ver se a conexão volta (foi o que o cara do UOL me instruiu a fazer quando finalmente consegui um atendimento telefônico na central). Desliguei tudo e fui fazer outras coisas.

Há tempos instituí uma regra de que tudo o que me irrita deve ser eliminado do meu cotidiano. Quero leveza, bem-estar, viver o presente com tranquilidade. Porque a gente se estressa com esses problemas como se o mundo fosse acabar – e não acaba. Só conseguimos rugas e dores de cabeça. Como me disse Cibele, a Biba, minha prima querida desde Los Angeles, temos de mudar de atitude, valorizar a importância do agora, do hoje, do presente.

Essas situações de caos acontecem e tem a – grata – tarefa de colocar em melhor perspectiva nossas vidas. Somos muito mais do que conexões de internet de banda larga. Somos seres humanos que podem – e devem – mudar a forma de encarar a vida.

ajuste as velas sabendo para onde vai

Metas são extremamente positivas na medida em que fazem com que foquemos a nossa atenção em algo que nos é essencial. Se você não tem objetivos claros e um caminho para seguir, fica vagando, perdendo seu tempo e oportunidades que podem nunca mais voltar.

Na verdade, todo mundo tem sua listinha de “coisas a realizar”, porém, com a vida corrida que levamos, infelizmente, fica difícil lembrá-la e colocar em prática os passos que irão transformar sonhos em realidade.

Pois não é que, dando uma passada pelo ótimo blog Chega de Bagunça da Paula Fuzeto, achei um post que me animou a redirecionar forças para meus objetivos mais caros. É sobre o interessantíssimo site www.metasmart.com.br, basicamente um organizador de metas. Claro que fui lá fuçar… e adorei! Você cadastra suas metas, define os passos para alcançá-las, datas de início e término e quanto em porcentagem eles representam para sua concretização e o programa lembra você por  e-mail!

Sei que já estamos no meio do ano (oficialmente!). Mas seis meses são mais do que suficientes para conseguir muitas das coisas das nossas listinhas, verdade? Então, que tal aproveitar a dica? Quem sabe você volta depois pra me contar como foi o final da história.