táxiiiiiiiii!

Assim como em qualquer área profissional que existe por aí, acredito [porque sou uma pessoa extremamente otimista nesse caso] que a grande maioria dos taxistas age corretamente, nos levando ou trazendo comodamente para/de qualquer lugar.

Porém – ah, tudo sempre tem um, não é mesmo? – já passei por situações chatas onde tentaram me tratar como idiota, na vã esperança de tirar uns “trocos” a mais quando peguei táxis para me locomover pela cidade. Coitados, mal sabiam que eu sou praticamente PHD em algumas regiões de SP por conta de minha história de vida…

A boa notícia é que foi lançado um site super legal que informa as tarifas deste meio de transporte em diversas cidades brasileiras. Consulte antes de viajar e não seja vítima de espertinhos!  =]

http://www.taxi.com.br

gripe suína que nós mesmos criamos

Grande parte do pessoal que passa por aqui sabe sobre o meu amor pelos animais. Todos eles. Sou daquele tipo de pessoa que quando vê um bicho novinho logo solta um sonoro “Ohhhhh“, tipo a cena do gato de botas em Shrek. Fico hipnotizada por borboletas, gosto de ouvir os passarinhos, seguir vagalumes, salvar abelhas que estão se afogando em copos de refrigerante e por aí vai…

É automático para mim, ser simpatizante de entidades como a PETA e suas iguais criadas mundo afora. E aos ativistas que lutam para que o planeta seja mais amigável para todos, não só para nós, os seres humanos. Por isso, ao ler o último número da revista Vegetarianos, me vi a chorar na página assinada por Márcio Linck, ativista da UPAN [União Protetora do Ambiente Natural].

Sim, deve ter muita gente que pouco se importa e vira a página quando o conteúdo trata de assuntos como esse que replico na íntegra aqui no blog. Sinceramente, não ligo. Prefiro acreditar na parcela de pessoas que lêem e fazem da mensagem algo a se pensar, provocando as mudanças e melhoras que aos poucos vemos no mundo.

Com vocês, “A segunda vingança suína?”…

Ainda é cedo para a humanidade tirar conclusões a respeito dos possíveis estragos que a pandemia da gripe suína poderá causar ao mundo, porém, o que mais tem de verídico e perceptível nesse momento é a incerteza das informações pertinentes ao tema. Em meio a tanto alarde, restrito ao mal físico que o vírus pode causar aos humanos e ao prejuízo econômico da indústria da carne suína (inclusive rebatizaram o vírus de influenza A H1N1), pouco se tem falado das primeiras vítimas dessa cruel e fatídica história, que são os próprios suínos.

Desde que foram domesticados há cerca de nove mil anos, os porcos vivem neste momento a face mais triste e cruel de sua história. Os modernos criadouros suínos formam um ambiente completamente artificial e insalubre, sem ventilação e fétido, onde os pobres bichos vivem enjaulados em pequenos recintos em que mal podem se mexer, pisando apenas num piso de cimento frio. Só veem a luz solar no momento em que são levados de caminhão ao matadouro.

Todo esse martírio começa com a dolorosa inseminação artificial das fêmeas que, logo em seguida, permanecerão em minúsculas jaulas cercadas com barras de ferro onde se quer podem se virar. Ali, aguardam sua gestação de quatro meses até ser conduzidas para a jaula de parir, onde, além de ficar em pé, conseguem apenas deitar para que suas tetas sejam alcançadas pelos filhotes. Estes, em menos de quatro semanas, serão tirados da mãe, que após receber doses maciças de hormônios, entrará no cio e será inseminada, passando novamente por todo o ciclo de tortura. Completamente estressadas, mordem as barras de ferro que as cercam, além de ficar com o focinho em carne viva de tanto esfregar o chão de concreto à procura de terra e palha para construir o ninho que serviria para parir e proteger os filhotes – no mundo natural, as fêmeas chegam a percorrer até 10 quilômetros em busca de um lugar seguro para construir o seu ninho. Somam-se a isso, as feridas e a contaminação provocadas pela insalubridade de um local em que são obrigadas a deitar em cima das próprias fezes e urina.

O calvário das porcas transformadas em máquinas de produzir carne se estende aos filhotes, que após duas semanas, serão retirados do calor e da segurança materna. Este e outros traumas os acompanharão pelos seus curtos 150 dias de vida. Já nos primeiros dias após o nascimento, os porquinhos têm seus dentes cortados sem qualquer procedimento que alivie a dor dos nervos expostos. Mas, antes disso, sem qualquer anestesia, terão também o corte do rabo e, os machos, os testículos arrancados. Nesses lugares não existe consideração e compaixão com a dor alheia, o que importa é o lucro com o bacon, a banha, a carne, a linguiça e tudo mais que possa ser feito com um porco esquartejado.

Extremamente amedrontados, os porquinhos mutilados serão amontoados em pequenas jaulas imundas dentro de galpões com pouca ventilação, extremamente úmidos e sem nenhuma luz solar. Serão alimentados com ração que, além de hormônio, poderá ter em sua composição farelo de peixe. O que já é uma aberração, pois na natureza os suínos não comem peixes. Obrigados a conviver em meio a esse ambiente insalubre e hostil, cerca de 70% deles desenvolvem pneumonia e mais de 25% sofrem com parasitas tipo a sarna. E dá-lhe antibióticos e antivirais! Devido a essas condições imundas, aliadas à manipulação genética, é que os porcos acabam por contrair doenças e ao mesmo tempo desenvolver resistência contra elas. É o que pode ter acontecido com o vírus da gripe suína, suspeito de conter genes de várias espécies, entre eles os da gripe humana e aviária.

Na localidade de La Glória, no México, onde ocorreu a primeira manifestação da epidemia, a responsabilidade recai na criação de porcos das granjas Carroll, subsidiária da norte-americana Smithfield Foods, instalada ali em 1994 depois de ter sido expulsa da Carolina do Norte e da Virgínia por danos ambientais. A empresa cria e abate quase um milhão de animais por ano e é acusada de contaminar os recursos hídricos da região com fezes e urina dos animais, depositados em tanques a céu aberto.

No mundo natural e num ambiente saudável, os porcos são animais extremamente higiênicos, sensíveis e sociais. Têm uma inteligência igual ou superior a algumas raças de cachorros, atendem pelo nome e podem reconhecer entre 20 e 30 indivíduos diferentes. Então, a natureza é sábia e não é à toa que surgem nesse meio epidemias tipo a suína. E quem é o principal responsável por essa situação senão o consumidor? Quem sabe esta seja a segunda vingança contra seus algozes, já que a primeira decorre das inúmeras doenças desencadeadas pelo consumo de suínos sob a forma de gordura saturada.

 

isso é improvável, mas funciona!

Feriadão, chuva, frio. Tá aí jogado como eu sem muitas esperanças de que o dia traga algo de legal? Pois, como diziam os Cassetas, seus problemas acabaram!

Estava eu no Twitter dando uma zapeada quando encontrei um vídeo tudo-de-bom no perfil do Rafael Porto, jornalista que assina como Alforria. E, por conta deste, mais um [e outros tantos, mas escolhi só dois]. Tem gente que diz que as ferramentas web 2.0 não servem pra nada… Talvez seja a hora de reavaliar conceitos e verificar o uso que se está dando a elas, não é mesmo? É aquela velha história: falar mal é muito mais fácil do que conhecer, implentar de maneira correta e tirar bons frutos como resultado.

Sem mais delongas filosóficas, aí vão os vídeos geniais. Ah, como no primeiro eles não explicam do que se trata direito, os atores só podem se falar com perguntas. É longo, mas fica cada vez melhor! E o segundo, de imitações, é mais curtinho mas muito engraçado tb.

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=_HOCYpFjDRY]

 

 [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=qtfCcn1Y6vs&feature=related]

 

casamento aberto | por martha medeiros

Andou circulando pela internet um texto creditado a Danielle Mitterrand, viúva do ex-presidente francês François Mitterrand. Pelo teor, acredito que seja mesmo de sua autoria. Quando permitiu que a a amante e a filha que ele teve fora do casamento comparecessem aos funerais, Danielle comprou uma briga com a ala mais conservadora da sociedade francesa. Agora está se defendendo com uma reflexão que serve para todos nós

É sabido que a instituição casamento vem se descredibilizando com o passar do tempo. Hoje, uma relação que dura vinte anos já é candidata a entrar para o Guiness. Li outro dia uma pesquisa sobre os casais mais “divorciáveis” da atualidade. A tal de Paris Hilton era mais cotada para se separar no primeiro ano de matrimônio – erraram: nem chegou a haver casamento. E fora do mundo das celebridades não é muito diferente. Os pombinhos estão no altar, e os amigos, na igreja, já estão fazendo suas apostas para a duração do enlace. Todo mundo quer casar, adora a ideia, mas poucos ainda acreditam no felizes para sempre, e não porque sejam cínicos, mas porque conhecem bem o contrato que estão assinando: com exigência de exclusividade vitalícia, ou seja, ninguém entra, ninguém sai. Difícil achar que isso possa dar certo nos dias atuais.

O casamento vai acabar? Nunca, mas vai continuar a fazer muita gente sofrer se não entrarem cláusulas novas nesse contrato e se as cabeças não se arejarem. Danielle Mitterrand diz o seguinte: “Achar que somos feitos para um único e fiel amor é hipocrisia, conformismo. É preciso admitir docemente que um ser humano é capaz de amar alguém e depois, com o passar dos anos, amar de forma diferente.” E termina citando sua conterrânea, Simone de Beauvoir: “Temos amores necessários e amores contingentes ao longo da vida”.

Estamos falando de casamento aberto, sim, mas não desse casamento escancarado e vulgar, em que todos se expõem, se machucam e acabam ainda mais frustrados. Casamento aberto é outra coisa, e pode inclusive ser monogâmico e muito feliz. A abertura é mental, não precisa ser sexual. É entender que com possessão não se chegará muito longe. É amar o outro nas suas fragilidades e incertezas. É aceitar que uma união é para trazer alegria e cumplicidade, e não sufocamento e repressão. É ter noção de que a cada idade estamos um pouquinho transformados, com anseios e expectativas bem diferentes dos que tínhamos quando casamos, e quem nos ama de verdade vai procurar entender isso, e não lutar contra. Sendo aberto nesse sentido, o casal construirá uma relação que seja plena e feliz para eles mesmos, e não para a torcida. E o que eles sofrerem, aceitarem, negociarem ou rejeitarem terá como único intento o crescimento de ambos comos seres individuais que são.

Enquanto não renovarmos nossa ideia de romantismo, continuaremos a bagunçar aquilo que foi feito apenas para dar prazer: duas pessoas vivendo juntas. Eu não conheço nada mais difícil, mas também nada mais bonito. E a beleza nunca está  nas mesquinharias e infantilidades. A beleza está sempre um degrau acima.

loucura, loucura, loucura | by mo march

Tem coisas que acontecem na vida da gente que são difíceis, quando não impossíveis, de explicar. Acredito que todo mundo já tenha passado por algo assim. Alguns com mais percepção, outros com menos. A verdade é que o coração costuma nos pregar peças e, para ele, não existe “zona de conforto”.

De tanto procurar um amor de verdade e não encontrar, não é que o bendito acabou me encontrando? Ironia do destino, diriam por aí… Agora eu, que tão cega fui, tenho de me acostumar a ser a parte invisível. Só me resta escrever. Pra ele, pra mim, pra ninguém. Só pra colocar os sentimentos no papel. Porque gostar de alguém dessa forma parece sempre valer a pena. Encanta o coração.

Talvez um dia ele sente embaixo de uma árvore com os filhos e conte que existiu uma época em que uma maluca ficava escrevendo pra ele só porque saíram juntos duas ou três vezes… Como saber? Não importa, mas é claro que eu prefiro imaginar que a história pode ser outra. Algo como: “Querem ver as coisas loucas e apaixonadas que sua mãe escreveu pra mim? A gente se conheceu em uma noite em que passei o tempo todo atrás dela e só levei ‘nãos’. Depois tive um trabalhão pra encontrar o e-mail dela e trocamos mensagens de vez em quando sem muita emoção. De repente ela resolveu jantar comigo, conversamos horas, descobrimos que éramos muito parecidos, nos beijamos, saímos de novo e viajamos juntos. E, só pra contrariar, quem estava sem vontade de estar com alguém naquele momento era eu. Então foi a vez dela tentar me mostrar que algo de realmente bom podia surgir dali. Uma confusão. Mas o tempo passou e, um belo dia, a gente se encontrou de novo e, não sei como nem por quê, nunca mais nos separamos.

Mente fértil? Talvez. Afinal, pra quê servem os sonhos?

 

 

60 anos de sociedade brasileira em PB

Começou no sábado [24 de maio], na Pinacoteca do Estado de São Paulo,  uma exposição de fotografias bem interessante: “Um acervo em preto e branco”. As imagens contam um pouco do desenvolvimento social e comportamental da sociedade brasileira.

As cerca de 80 imagens foram capturadas em vários Estados do país, por figuras tarimbadas dos cliques como Boris Kossoy, Cláudia Andujar, Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Fernando Lemos, German Lorca, Thomaz Farkas, entre outros – que gentilmente doaram as fotografias à Pinacoteca.

Se você é um amante do assunto, não perca!

Pinacoteca do Estado [Praça da Luz, 2, Centro, 11 3324-1000], de terça a domingo, das 10h às 18h. Até o dia 9 de agosto. Ingresso combinado [Pinacoteca + Estação Pinacoteca] por R$ 4 de terça a sexta e domingos. Grátis aos sábados!

o passarinho me pegou: twitter.com/momarchphoto

Gente, não teve como escapar da nova tendência de web – o Twitter. Agora estou por lá também, tentando usar a ferramenta como um disseminador de informações legais para quem escolhe entrar no meu perfil e clicar em “Follow”… Vamos ver no que vai dar essa nova onda digital!

 

twitter_mo

o céu não é o limite

Jornada nas Estrelas foi e ainda é uma febre. São inúmeros os “startrekers” mundo afora colecionando toda sorte do coisas e se cumprimentando com gestos de mão. Vi reportagens que apresentavam pessoas que customizaram ambientes e até casas inteiras com logotipos, fotos, símbolos, histórias.

Confesso que nunca fui fã. Mal vi os filmes originais que deram origem às comunidades que hoje inspiram e divulgam a paixão pela série de longas que levou milhões de pessoas aos cinemas anos atrás. Mas me animei quando li as boas críticas e descobri que o diretor é o mesmo da série Lost, da qual sou seguidora fiel [eu sei, tá complicado de entender o que anda acontecendo nos capítulos... mas eu ADORO]. Melhor para nós, espectadores, que podemos usufruir do talento de J. J. Abrams e suas viagens criativas inspiradoras.

Lá fui eu, então, conferir se as expectativas que criei seriam confirmadas… E foram. O filme mistura ficção com aventura e humor na medida certa, com destaque para a atuação do ótimo Zachary Quinto, como Spock. Ele que foi um dos melhores personagens da série Heroes, o Siller [sim, aquele que matou 90% do elenco e tinha todos os poderes que gostaríamos de ter juntos]. Participações especiais também empolgam.

Acredito que, se tivesse visto os outros filmes – sucessos a partir da década de 1960, talvez entendesse melhor certos viésses que provavelmente passaram despercebidos aos leigos. Uma pena. Porém, a diversão e o envolvimento são fortes mesmo assim. Como o elenco é jovem, para contar a origem da equipe e como todos foram parar dentro da famosa sala de comando da Enterprise, o tom dos diálogos é inteligente e divertido.

Entretenimento de alta qualidade no filme de número 11 da saga interestelar. Ponto.

o amor que a vida traz | por martha medeiros

Você gostaria de ter um amor que fosse estável, divertido e fácil. O objeto desse amor nem precisaria ser muito bonito, nem rico. Uma pessoa bacana, que te adorasse e fosse parceira, já estaria mais do que bom. Você quer um amor assim. É pedir muito? Ora, você está sendo até modesto.

O problema é que todos imaginam um amor a seu modo, um amor cheio de pré-requisitos. Ao analisar o currículo do candidato, alguns itens de fábrica não podem faltar. O seu amor tem que gostar um pouco de cinema, nem que seja pra assistir em casa, no DVD. E seria bom que gostasse dos seus amigos. E precisa ter um emprego seguro. Bom humor, sim, bom humor não pode faltar. Não é querer demais, é? Ninguém está pedindo um piloto de Fórmula 1 ou uma capa da “Playboy”. Basta um amor desses fabricados em série, não pode ser tão impossível.

Aí a vida bate à sua porta e entrega um amor que não tem nada a ver com o que você queria. Será que se enganou de endereço? Não. Está tudo certinho, confira o protocolo. Esse é o amor que lhe cabe. É seu. Se não gostar, pode colocar no lixo, pode passar adiante, faça o que quiser. A entrega está feita, assine aqui, adeus.

E agora você está aí, com esse amor que não estava nos planos. Um amor que não é a sua cara, que não lembra em nada o amor solicitado. E, por isso mesmo, um amor que deixa você em pânico e êxtase. Tudo diferente do que você um dia supôs, um amor que te perturba e te exige, que não aceita as regras que você estipulou. Um amor que a cada manhã faz você pensar que de hoje não passa, mas a noite chega e esse amor perdura, um amor movido por discussões que você não esperava enfrentar e por beijos para os quais não imaginava ter tanto fôlego. Um amor errado como aqueles que dizem que devemos aproveitar enquanto não encontramos o certo, e o certo era aquele outro que você havia encomendado, mas a vida, que é péssima em atender pedidos, lhe trouxe esse  conforme-se, saboreie esse presente, esse suspense, esse nonsense, esse amor que você desconfia quem nem lhe pertence. Aquele amor em formato de coração, amor com licor, amor de caixinha, não apareceu. Olhe pra você vivendo esse amor a granel, esse amor escarcéu, não era bem isso que você desejava, mas é o amor que lhe foi destinado, o amor que começou por telefone, o amor que começou pela internet, que esbarrou no elevador, o amor que era pra não vingar e virou compromisso. Olha você tendo que explicar o que não se explica, você nunca havia se dado conta de que amor não se pede, não se especifica, não se experimenta em loja – ah, este me serviu direitinho! Aquele amor discretinho por você tão sonhado vai parar na porta de alguém para o qual um amor discretinho costuma ser desprezado. Repare em como a vida é astuciosa. Assim são as entregas de amor, todas como se viessem num caminhão da sorte, uma promoção de domingo, um prêmio buzinando lá fora, mesmo você nunca tendo apostado. Aquele amor que você encomendou não veio, parabéns! Aproveite o que lhe foi entregue por sorteio.

Mais uma da divina Martha Medeiros, agora em coluna do jornal carioca O Globo.

o país da bola precisa aprender a jogar junto

Outro dia estava conversando com minha irmã e meu cunhado sobre o reinado do futebol nas terras brasileiras, que ultrapassou todas as fronteiras nacionais e tomou conta até da língua pátria. São tantos os exemplos que ficamos durante minutos enumerando as expressões que já são parte do nosso vocabulário: “pisou na bola”, “bola dentro”, “está com a bola murcha”, “não dá bola”, “a bola da vez” etc. etc. etc.

A verdade é que esse esporte que move multidões em todo o mundo entrou no sangue daqueles que nascem por aqui – é praticamente hereditário esse amor sem muita explicação que se sente quando a redonda está rolando pelos gramados verdes. Até eu, que não sou muito fã do esporte, me emociono ao ver a vibração inconteste das torcidas nos estádios. É pura energia. Faz arrepiar, lágrimas sobem aos olhos, se perde a noção do tempo e tudo vira um único grito de felicidade.

Hoje os corinthianos comemoram a conquista de mais um Campeonato Paulista de Futebol. O título de 2009 vai para os anais deste clube tão tradicional que estava deixando a sua fiel torcida à beira de um ataque de nervos depois de fazer uma rápida passagem pela segunda divisão. Louros merecidos a Ronaldo, o fenômeno, que chegou trazendo esperança, mas – muito mais do que isso – um talento que, em boa parte, transformou os ânimos do time e de seus seguidores.

Triste é apenas a reação exagerada da rivalidade que não deixa que as estruturas do esporte melhorem no país como um todo. Numa recente discussão em fórum sobre a realização da Copa de 2014 no Brasil [não por mérito, mas por simples atendimento ao rodízio de continentes hoje aposentado pela FIFA], o que se pode apreender é que, se fosse possível deixar de lado as rivalidades entre os times fora do campo, o futebol teria o poder de transformar sua estrutura e trazer mais beleza e prosperidade a todos os envolvidos em seu show democrático.

Como modificar isso e colocar o mais famoso esporte brasileiro no pódio? Boa pergunta. Nem mesmo os especialistas no assunto souberam responder. A falta de visão do torcedor brasileiro, que ainda enxerga somente pelo buraco da fechadura de seu próprio umbigo, não consegue conceber o “dar as mãos” por um futuro mais promissor na área. Fica, então, apenas a torcida para que daqui a cinco anos o país não se transforme em um grande canteiro de obras de estádios concebidos e construídos sem planejamento estratégico. Ou – pior, alvo da chacota mundial por ser ao mesmo tempo o berço de vários dos maiores talentos da bola, porém um perdedor na hora de unir forças e vencer as brigas infrutíferas do esporte. Uma tremenda “bola fora”.

quando todos queremos ser jody foster

No mundo injusto em que se vive hoje, quando aparece uma personagem que providencia um pouco de equilíbrio nessa equação de medo e violência, ela vira uma unanimidade. Se o rosto na telona é da menina-prodígio Jody Foster [que, tudo bem, não tem mais quase nada de menina a não ser o tamanho mini...] nem se fala.

É o que acontece em Valente, o último longa da atriz a chegar aqui em terras brasileiras. Confesso que não vi no cinema e sim na tevê, por acidente, em uma noite de preguiça homérica. Levando-se em conta a programação cada dia pior das empresas de transmissão a cabo, fui surpreendida.

A história nem é lá tão original, mas é bom poder ver, pelo menos em filme, sendo feita justiça.  Ah, sei que tem toda aquela história de “direitos humanos” e sou a favor de todas as regras que ditam que as pessoas são inocentes até prova em contrário. Mas, vamos combinar, quando você sabe que a pessoa fez uma atrocidade, que tirou de você alguém que você amava e que, provavelmente, fará isso – por puro prazer de oferecer violência gratuita – com outras pessoas no futuro, não há como não incorporar a personagem de Jody no filme. Eu não teria feito diferente, digo de coração.

Não estou fazendo apologia ao homicídio, para que se saia matando à torto e à direito – uma coisa meio “paredão chinês”, mas as cenas mostradas no filme não deixam dúvidas quanto à sua maldade implícita.  Como não reagir daquela maneira? Como não querer melhorar o mundo apagando [com o perdão do trocadilho], párias da sociedade que mal entendem o que é justiça, bondade ou qualquer coisa positiva do gênero?

É basicamente [mais] um grito de alerta que fica aqui no blog, para que se possa pensar sobre o assunto, para que ele não “morra” por aí, sem esperanças de resgate…

veja lá quem você anda desprezando

Antes mesmo de todo o sucesso do vídeo na internet, um amigo já havia me enviado o link. Um tapa na cara de quem vive pré-julgando as pessoas por seu modo de ser, vestir, parecer. Afinal todos nós temos nossos talentos e nem sempre eles estão à vista, à superfície de nós mesmos.

Devemos então um “viva” à Susan Boyle. Uma mulher simples e corajosa que deixou o Simon, em seu próprio programa, o Britain’s got talent, com aquela cara de “como assim???” que todos adoramos ver [pelo menos os fãs de American Idol...].

 

[youtube=http://www.youtube.com/watch?hl=pt&v=9lp0IWv8QZY&gl=BR]

 

você acredita nos seus sonhos?

Já faz um tempinho que ouvimos falar sem parar do livro-bestseller The Secret, escrito por Rhonda Byrne, e que chegou por aqui em formato de filme pirata e show de slides em PPT. Muitas pessoas arrepiam somente por estar por perto quando alguém cita a teoria tão disseminada em todo o mundo – de horror.

Deveriam repensar suas atitudes. Simplesmente porque a reação mostra o quão pouco acreditam em seus próprios sonhos. Afinal praticar o famoso “the secret” [ou "o segredo" para os que preferem a língua-pátria] é, nada mais nada menos, focar em seus desejos mais profundos, acreditando com cada poro de seu corpo, com cada vibração de neurônios de sua mente, que eles realmente irão acontecer. E logo.

Livros de auto-ajuda existem em um sem número de títulos. Invocam em sua raiz sempre a mesma coisa: o comprometimento com o nosso próprio sucesso, com o quanto estamos indo atrás daquilo que queremos, aquilo que irá nos fazer felizes. Os pensamentos têm, sem dúvida, grande participação nisso. Já reparou se você parece aquela hiena do desenho animado, que vive dizendo “Ó, vida, ó, dia, ó, azar”? Ou se, ao contrário, tem na ponta da língua sempre o comentário mais positivo, é uma pessoa para quem o copo está constantemente “meio cheio”?

Transformar sonhos em realidade não é um conto de fadas. É possível, acontece a todo momento em todos os cantos do mundo. Basta prestar atenção nas histórias que ouvimos sem parar sobre pessoas que se superaram e venceram. Pessoas que – não importa o que acontecesse – nunca deixaram de acreditar que podiam. Resultado? Vitória. Na certa.

clube dos amigos da bicicleta: show, show, show!

Uma turma e tanto. Organizados, de bem com a vida, super educados. São os integrantes do Clube dos Amigos da Bicicleta, que há anos faz passeios de bike noturnos com saída no Parque das Bicicletas, na esquina das avenidas Ibirapuera e República do Líbano.

Depois de testar as pedaladas com o Starbikers da Vila Mariana, fui tentar a sorte com o pessoal guiado pelo Sérgio às segundas e quartas-feiras, também às 21 horas [que parece ser o horário "oficial" de saída da maioria dos grupos de pedal da cidade], em Moema. Foi amor à primeira vista. Mesmo com o passeio mais light [de verdade] da segunda-feira foi muito bom pegar ritmo e conhecer as pessoas. Acabei andando um tanto mais depois que voltamos, na companhia agradável de Lola, Lili, Castilho, Cris, Marina, Cleyber.

Na quarta, quando voltei para pedalar de novo, o ritmo aperta um pouco e a distância vai dos 15 km para cerca de 35 km [mas dá pra acompanhar sem sofrimento]. Nada de ladeiras sem fim e velocidade de ciclovia - tudo bem que tinham DUAS escadarias no meio do nosso caminho, mas isso vamos deixar pra lá… rs

Indico para todos aqueles que estão pensando em começar suas aventuras nas ruas de São Paulo e querem a segurança de um grupo bem organizado. Eles também fazem diversos passeios fora da cidade em esquema de excursão que são um sucesso. Para saber de tudo com detalhes, inclusive os dias/horários dos encontros noturnos, acesse o site oficial: www.cab.com.br.

Bom pedal!!!

broken limits… como assim? de novo???

Isso já tá virando rotina. Na terça-feira de noite de bike, agora correndo – se é que se pode chamar o meu trote à la Nuno Cobra de correr…

Sei que pulei da cama às 5 horas da matina, com tudo escuro, animada para o meu desafio: a primeira prova de 10 km. Lógico que eu sabia que seria complicado [já que só corri uma vez na rua e a distância era a metade], mas queria arriscar e ver no que ia dar. Não dava nem pra adivinhar que eu iria conseguir cruzar a linha de chegada, porque na prova de abertura do circuito da Corpore no dia 1 de março cheguei praticamente morta depois de quase 40 minutos de sol escaldante na cabeça e somente um ponto de água no trajeto dentro da USP. Pelo menos hoje, desde a largada na Praça Charles Miller, bem em frente ao portão principal do estádio do Pacaembu, o céu nublado ajudou e muito.

Tudo bem que devo ter chegado em um dos últimos lugares entre os cerca de 7 mil participantes, mas como algum sábio já disse um dia, “sempre vai existir alguém melhor e alguém pior que você”. Assim que deixo de comparar meus resultados aos dos outros e passo a ver meu tempo de prova [1h 20min 48seg] como uma vitória pessoal. Nada mal para começar, embora eu tenha chegado à conclusão [ao parar de sentir minhas lindas pernas quando meu corpo finalmente esfriou] que é melhor me condicionar nas provas menores e só fotografar as outras por enquanto…

Imagens da prova? Bem, como minha fiel escudeira Andréa Jóia não participou desta, vou precisar esperar pelos sites de corrida que faturam em cima de nossos “corpitchos” suados tirando fotos e depois nos vendendo pela bagatela de R$ 15/25 cada uma! Hummm, esse mercado parece ser bom… (:D)

cruzeiro universitário 2008: quer a sua foto?

Um tanto de gente vive me perguntando sobre as fotos que tirei no Cruzeiro Universitário 2008, que aconteceu no navio MSC Opera, em dezembro. Pois bem, resolvi postar na página especial do blog [6_Zip].

Vou postar as fotos que tenho lá em baixa resolução para que todos possam “se encontrar” nas imagens ou escolher fotos que interessem de alguma maneira. Para que seja possível entrar na página [que é protegida por senha] e anotar os números das fotos que se quer é preciso deixar aqui no post  seu contato: nome, telefone, e-mail. Ou, se preferir, me enviar isso para o e-mail: momarchfotografia@gmail.com.  Assim posso entrar em contato e combinar tudo direitinho, ok?

Separem um tempinho pra isso e preparem-se: tem foto pra caramba…  =]

Beijos a todos a quem tive o prazer de conhecer em alto mar!

pedalada noturna: 36 km, muito suor e… 800 kcal!

A prova já começa com o ponto de encontro dos ciclistas do Starbikers: em frente à pizzaria Piu Bella, na Vila Mariana. Você lá, se preparando para sair pedalando quase 40 quilômetros e aquele cheiro tentador de mussarela derretida fica pairando no ar… É só o começo, acredite.

Entre as 20h e as 21h, mais de 20 bikes devidamente sinalizadas com luzes dianteiras e traseiras piscantes vão estacionando na calçada do bairro da zona sul de São Paulo [o que não quer dizer, como pude comprovar pessoalmente, que os passeios vão se restringir única e exclusivamente à essa área da cidade...]. Capacetes coloridos, luvas, óculos amarelos – que fazem a diferença de verdade. A visão do grupo reunido é bonita.

Mais impressionante são as paisagens paulistanas que se vê de noite, quando as pessoas já estão – quase todas – em suas casas. São Paulo à noite é sensacional. A escuridão esconde o lado feio e as luzes iluminam aquilo que há para se apreciar. Há menos barulho, menos carros, menos fuligem.

O Starbikers foi criado em 2001 pelo Prê [não descobri ainda o nome verdadeiro dele] que comanda o grupo com um jeitão de sargento, o que acaba se traduzindo em algo bastante organizado. Os encontros acontecem em três dias da semana, com saída sempre às 21h, divididos por intensidade de treino [o que significa mais ou menos ladeiras e "pirambeiras" no trajeto]. Na segunda-feira, ritmo forte, com média de velocidade de 20 km/h. Terças-feiras são reservadas para os que estão iniciando nesta história, mas, não se iludam, a categoria “leve/moderado” informada no site está bem mais para moderado do que para leve… Às quintas o ritmo aumenta novamente, com um número maior de subidas de média dificuldade.

Como boa capricorniana que sou, lá fui eu desafiada por meus limites a todo o instante. Agradeci por cada minuto de musculação feita nos últimos meses, porque usei cada pequeno músculo de meu corpo para terminar o percurso. Saímos da Vila Mariana, circulamos o Parque no Ibirapuera, atravessando-o depois [uma das melhores partes do caminho, sem dúvida], percorremos as Avenidas Brasil e Henrique Schaumann inteiras, descemos a Avenida Sumaré, atravessamos Perdizes por dentro [graças a Deus pelas ruas mais planas...], passamos pelo Centro Velho, entramos no Cambuci, subimos uma rua próxima à Avenida Lins de Vasconcelos, chegando [FINALMENTE!!!] à Avenida Domingos de Moraes e à Vila Mariana outra vez.

Tirando o fato de que fui resgatada pelo laterninha oficial do grupo umas três vezes e que minhas pernas tremiam como vara verde quando estacionei a bike ao lado do meu amado carro, tudo foi delicioso. Os destaques ficam para o prazer de conseguir andar pela minha cidade e vê-la de verdade, curtir o seu melhor, e para os números registrados fielmente pelo meu Polar – foram cerca de duas horas, 36 km, 95% do tempo dentro da minha faixa ideal de batimentos cardíacos e… 800 calorias gastas! Isso porque demorei pelo menos 15 minutos para lembrar de ligar o aparelhinho-contador… Genial! Diversão [um pouco suada, é verdade] e queima acelerada de tudo o que originalmente não pertence a esse corpinho!

Quer experimentar? A dica é preparar-se um pouco antes e aparecer por lá: Starbikers, Rua 11 de Junho,  372 [em frente à pizzaria Piu Bella], Vila Mariana, zona sul de São Paulo. Atenção: capacete, câmara reserva e bicicleta em boas condições de uso são itens obrigatórios. Para saber mais, acesse o site do grupo: http://www.starbikers.pre.nom.br.

a vida é como andar de bicicleta

Algumas décadas se passaram sem que eu colocasse meu corpitcho em cima de uma bike e saísse pedalando cidade afora, mas tenho de admitir que depois que voltei, estou amando cada segundo. A sensação de liberdade é tão intensa que parece que podemos sair voando a qualquer instante… Na verdade, a mente voa e o corpo limpa toda a energia ruim, coloca tudo pra fora junto com o suor que escorre como um prêmio da nossa pele.

Foram tantas horas em cima de minha nova “magrela”, que foi inevitável pensar em muitas coisas. Acho que a mais interessante é como a vida se parece com uma boa pedalada [no sentido literal da palavra, por favor!]… A gente sempre tem medo quando vai começar algo novo, mas quando se permite desfrutar dos bons momentos e sentir o vento no rosto, se apaixona completamente. Claro que vamos levar alguns tombos, ficar meio machucados de vez em quando. E, se formos espertos, vamos rir de tudo isso, levantar e sair pedalando de novo.

Mesmo quem deixou de andar por muitos e muitos anos, logo se equilibra e está feliz pedalando… Porque nenhuma tristeza pode ser maior do que a alegria de sair por aí, em cima da sua nova bicicleta, que vai te trazer emoções diferentes das que já se foram. E, se você deixar, vai ganhar seu coração.

100 coisas que podem fazer uma mulher feliz

Fala a verdade, se você é homem, achou que a lista era MUITO maior, não é? E talvez seja mesmo, dependendo do nível de exigência feminino [que está crescendo cada dia mais, rapazes!]. Mas, pelo pouco que entendo da coisa, acho que a listinha abaixo é capaz de deixar qualquer mulher pra lá de Bagdá de felicidade… Pode até ter um número considerável de clichês, mas, acreditem, eles são válidos.

Assim, aproveite as dicas – tiradas do livro “Por que Marte e Vênus colidem”, de John Gray, publicado pela Rocco - e não espere o dia dos Namorados, o aniversário de casamento ou seja lá o motivo que for para começar. Faça porque gosta dela e pronto! Quer motivo melhor? Provavelmente a sua vida também vai ficar muito mais legal e você ainda pode receber a mesma atenção de volta… As observações em itálico são minhas.

  1. Faça café ou chá para ela, de manhã, principalmente nos finais de semana.
  2. Deixe um bilhete dizendo que a ama. É uma das coisas mais românticas que uma mulher pode receber. Melhor ainda se estiver no travesseiro quando ela acordar ou escondido em algum lugar que ela ache com facilidade.
  3. Dê uma rosa a ela. Que pode vir junto com o café do item 1.
  4. Note sua blusa nova. Ela provavelmente comprou para chamar a sua atenção.
  5. Abra a porta para ela.
  6. Organize um jantar-surpresa. Que não precisa ser em um restaurante caro, mas em qualquer lugar legal, incluindo a sua casa, a dela ou a de vocês.
  7. Diga que está linda como no dia em que se conheceram.
  8. Abrace-a quando você se levantar.
  9. Abrace-a quando você sair.
  10. Abrace-a quando você voltar.
  11. Abrace-a antes de deitar. Sim, abrace-a SEMPRE.
  12. Incremente a playlist do seu iPod com músicas que ela gosta.
  13. Sugira uma caminhada. É uma delícia poder andar de mãos dadas e conversar sobre tudo com a pessoa que te faz feliz.
  14. Lave a louça sem que ela peça. Ou pelo menos se ofereça pra mostrar que você se importa, caso não exista uma empregada para fazer o serviço.
  15. Perceba e elogie quando ela tiver ido ao cabelereiro.
  16. Providencie os ingressos para um show ou uma peça que ela queira assistir.
  17. Faça aulas de dança de salão com ela. Dançar com uma pessoa especial é um poderoso afrodisíaco para as mulheres…
  18. Incentive-a a ver filmes com as amigas. Afinal você também vai tomar as suas cervejinhas com os amigos, não vai?
  19. Contrate um personal trainer e faça exercícios com ela.
  20. Traga o cobertor para a sala em um dia frio. Pode ser o começo de algo extremamente “caliente” sob as cobertas!
  21. Faça um pequeno jardim florido para ela. Flores são o máximo.
  22. Dê a ela um canteiro de ervas para colocar na janela.
  23. Ofereça-se para ajudar a fazer uma tarefa tediosa na cozinha. Ou fique por perto fazendo companhia.
  24. Baixe músicas de amor na internet para fazer uma coletânea de que ela goste. E escute junto com ela em uma tarde fria e chuvosa de inverno.
  25. Compre a revista preferida dela.
  26. Agende uma massagem a dois.
  27. Aprenda a fazer massagem nela [sem a expectativa de sexo]. Ela vai ficar tão feliz que provavelmente vai fazer sexo com você sem que você peça…
  28. Faça massagem nos pés dela quando estiver cansada.
  29. Passeie com ela em uma feira de artesanato.
  30. Dê a ela um porta-retratos com uma foto de vocês dois. Quando você dá uma foto, diz o quanto gosta de uma pessoa.
  31. Tire novas fotos dela para colocar na sua mesa.
  32. Apareça com doces, bolo ou salada de frutas para o café-da-manhã no fim-de-semana.
  33. Puxe a cadeira dela em casa e nos restaurantes e deixe-a ficar com a melhor vista.
  34. Leve o carro dela para lavar – ou lave-o você mesmo. Ou lavem juntos, na maior farra, brincando com a mangueira.
  35. Lave e guarde as panelas e as travessas após uma refeição.
  36. Leve-a ao shopping.
  37. Não economize nos chocolates.
  38. Reserve a melhor mesa do restaurante ou o melhor quarto da pousada.
  39. Pergunte se ela precisa que você compre algo no caminho de casa.
  40. Ofereça-se para fazer o mercado.
  41. Ajude-a na hora de guardar as roupas.
  42. Leve-a para tomar sorvete numa noite de verão.
  43. Compre o novo romance do escritor favorito dela.
  44. Ofereça-se para dobrar a roupa lavada.
  45. Dê a ela uma seleção de essências de aromaterapia para relaxar.
  46. Ofereça-se para levar ou buscar a roupa na lavanderia.
  47. Dê uma volta de bicicleta com ela. É tudo de bom!
  48. Alugue comédias românticas em DVD.
  49. Leve café na cama para ela.
  50. Ponha a mesa se ela estiver fazendo o jantar.
  51. Leve-a para velejar.
  52. Surpreenda-a com uma orquídea plantada. Você vai mostrar para ela, sem precisar dizer nada, que gostaria que ela cuidasse bem do relacionamento de vocês para que ele renasça mais bonito a cada ano, como as orquídeas.
  53. Envie um e-mail dizendo que sente a falta dela. Quase todos os dias…
  54. Ponha suas meias no cesto de roupa suja. E pendure a toalha molhada no varal.
  55. Vá ao museu com ela [após uma boa noite de sono].
  56. Sugira levar os pais dela para jantar.
  57. Aprenda a cozinhar.
  58. Arrume a cama de vez em quando. É dureza levantar aqueles colchões box para esticar os lençóis…
  59. Faça um álbum on line com algumas fotos de viagem.
  60. Edite um vídeo de aniversário dela.
  61. Passeie com ela de mãos dadas pela praia. E a beije ao luar.
  62. Leve-a para visitar uma feira de cães.
  63. Dê a ela um livro ou CD de meditação.
  64. Pergunte sobre seu dia fazendo referências específicas para mostrar que se importa.
  65. Dê a ela belos sabonetes para hóspedes.
  66. Jogue tênis com ela.
  67. Compre uma pulseira de berloque [aquela com pingentes que são adicionados aos poucos] para ela ir preenchendo a cada evento especial do namoro.
  68. Substitua uma lâmpada queimada sem que ela peça.
  69. Elogie seu maravilhoso bom gosto. Afinal de contas, ela escolheu VOCÊ!
  70. Saia com ela para almoçar.
  71. Junte as coisas pela casa quando for receber visitas.
  72. Vá com ela comprar plantas.
  73. Tenha um dia sagrado para saírem. Mesmo que não seja sempre o mesmo dia da semana.
  74. Leve-a para um passeio no campo.
  75. Segure sua mão no cinema [não o tempo todo].
  76. Agradeça a ela por amá-lo.
  77. Jogue cartas com outros casais. Ou outro jogo qualquer.
  78. Elogie quando ela preparar algo na cozinha.
  79. Ouça a secretária eletrônica e anote os recados.
  80. Leve-a para visitar uma feira de roupas, objetos de decoração e CDs.
  81. Faça um brinde com ela antes do jantar, independentemente do que estiverem bebendo.
  82. Faça mil elogios por administrar tanta coisa tão bem.
  83. Providencie CDs para ouvir no carro durante uma longa viagem.
  84. Periodicamente, livre-se de sua tralha particular ao lado da cama.
  85. Ingresse com ela em um grupo ou seminário pela internet.
  86. Dê a ela óleos e sais de banho finos, em embalagens exuberantes.
  87. Elogie o belo lar que ela criou.
  88. Escreva cartões em ocasiões especiais. Ou em ocasiões normais. Escreva cartões sempre.
  89. Grave os programas favoritos de tevê se ela trabalhar até tarde.
  90. Ofereça-se para dar início a uma poupança conjunta para fazerem uma viagem de sonho, comprarem o apartamento, casarem…
  91. Abra a porta do carro para ela – pelo menos quando vocês estiverem saindo.
  92. Fique responsável por um jantar por semana.
  93. Vá com ela a uma reserva ambiental para praticar um esporte junto à natureza.
  94. Visite com ela uma galeria de arte.
  95. Dê a ela uma lingerie sexy. Bom esse presente, hem!
  96. Quando ela sair do chuveiro, diga que está linda. E, se tiverem tempo, se joguem na cama e façam amor.
  97. Reserve a suíte presidencial do motel e surpreenda-a.
  98. Peça uma lista de tarefas do lar e consertos que você pode fazer para ela durante o mês.
  99. Ofereça-se para providenciar bebida quando forem receber convidados.
  100. Diga “eu te amo”. De coração.

depois da academia…

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