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	<title>BLOG DA MO &#187; bem-estar</title>
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	<description>IDÉIAS SÃO BEM-VINDAS. AMARELAS, PRETAS, COR-DE-ROSA, LISTADAS, NÃO IMPORTA. SÃO ESSENCIAIS PELO SIMPLES – E IMPORTANTE – MOTIVO DE NOS TRANSFORMAR EM QUEM SOMOS. SERES ÚNICOS. EU SOU MO MARCH.</description>
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		<title>sob a luz das estrelas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 23:15:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mo march</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-1729" title="foto | mo march" src="http://momarch.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/Casa-2-7-200x300.jpg" alt="foto | mo march" width="200" height="300" />É como um rito pessoal. Sempre que a noite cai, e estou em algum lugar de onde se pode observar o céu [<em>situação cada dia menos comum em São Paulo, infelizmente</em>], miro a luz das estrelas e fico a contemplar essa imensidão brilhante que nos cerca. Uma das visões mais belas e fortes que tive em minha vida foi durante um luau em uma das praias de Trancoso, no sul da Bahia, quando me senti abençoada ao olhar uma bolha de estrelas que parecia me proteger de tudo e de todos &#8211; me dando força para acreditar em um futuro que, nem eu mesma sabia, seria infinitamente melhor. Assim como aquele horizonte sem fim de estrelas.</p>
<p>Sempre tive, desde muito pequena, a certeza de que a vida é muito menos matemática e organizada do que gostaríamos que ela fosse. A única exceção estava nas estrelas. Aqueles pequeninos pontos que apareciam no céu para iluminar minhas noites junto com a Lua &#8211; meu outro caso de amor metafórico &#8211; eram importantes e eu podia sentir a energia boa que entrava por portas, janelas e frestas.</p>
<p>Apaixonada pela influência dos planetas na vida das pessoas, a astrologia é parte de minha história desde que me lembro. Não aquela que se lê nos jornais, com raríssimas exceções que em alguns casos &#8211; como o da ótima Barbara Abramo da Folha de S.Paulo &#8211; pode ser fonte de aconselhamento geral vez ou outra. A astrologia que me conquistou é a bela matemática dos planetas no exato momento em que chegamos neste mundo simples, mas que teimamos em complicar com explicações que não fazem sentido.</p>
<p>Ontem foi um dia mágico para mim. Dia de conhecer pessoalmente <a title="Maura Lanari - Consultoria Astrológica" href="http://www.facebook.com/home.php?#!/profile.php?id=100000543134795" target="_blank">Maura Lanari</a> &#8211; astróloga até o último fio de cabelo, profissional séria e um ser especial que traz ao nosso mundo a luz das estrelas. Dia de me conhecer mais um tantinho, de entender meus muros a ser saltados sem muitos arranhões e minhas pontes para atravessar sem medo.</p>
<p>Maura é pura energia positiva e contagia todos e tudo que está a sua volta. É sincera, clara e quer que cada um cresça além de seus limites, de seus potenciais, de sua energia. Nunca ouvi tantas verdades, de maneira tão prática, no tempo de cerca de duas horas &#8211; que parecem passar tão rápido quanto um filme bom. Foram momentos de aprendizado que não têm preço, palavras, desenhos, dicas, arrepios &#8211; com o fofíssimo Sheik deitado aos nossos pés&#8230; Uma experiência única que recomendo, de coração, a cada um que possa a ela recorrer.</p>
<p>Fica o agradecimento a um anjinho de olhos vivos e brilhantes que entrou em minha vida há tão pouco tempo e já me a ajuda a transformá-la em uma experiência melhor. Obrigada, Camy querida. Que as estrelas que nos acompanham e nas quais depositamos nossa fé sigam nos mostrando o caminho nas noites escuras. E que a gente possa estar sempre por perto para dar as mãos quando a tempestade, por alguns momentos, nos faça pensar que o mundo acabou somente porque o céu está nublado.</p>
<p>Pra terminar, Martha Medeiros, do sensacional livro Doidas e Santas.</p>
<blockquote><p><strong>Para que lado cai a bolinha</strong></p>
<p>O filme começa com a câmera parada no centro de uma quadra de tênis, bem na altura da rede. Vemos então uma bolinha cruzar a tela em câmera lenta. Depois ela cruza de volta, e cruza de novo, mostrando que o jogo está em andamento. De repente, a bolinha bate na rede e levanta no ar. A imagem congela. O locutor diz que tudo na vida é uma questão de sorte. Você pode ganhar ou perder. Depende do lado que vai cair a bolinha.</p>
<p>É o início de <em>Match Point</em>, filme de Woody Allen, que concorre ao Oscar de roteiro original. É uma versão mais sofisticada, mais sensual e mais trágica de um outro filme do cineasta, na minha opinião um de seus melhores: <em>Crimes e pecados</em>, de 1989. Em ambos, a eterna disputa entre a estabilidade e a aventura, entre render-se à moral ou desafiá-la, o certo e o errado flertando um com o outro e gerando culpa. Onde, afinal, está a felicidade?</p>
<p>Certa vez li (não lembro a fonte) que felicidade é a combinação de sorte com escolhas bem feitas. De todas as definições, esta é a que chegou mais perto do que acredito. Dá o devido crédito às circunstâncias e também aos nossos movimentos. Cinquenta por cento pra cada. Um negócio limpo.</p>
<p>Em <em>Crimes e pecados</em>, Woody Allen inclinava-se para o pragmatismo. Dizia textualmente: somos a soma das nossas decisões. Tudo envolve o nosso lado racional, até mesmo as escolhas afetivas. Casamentos acontecem por vários motivos, entre eles por serem um ótimo arranjo social &#8211; e nem por isso desonesto. E até mesmo a paixão pode ser intencional. No filme, um certo filósofo diz que nos apaixonamos para corrigir o nosso passado. É uma ideia que pode não passar pela nossa cabeça quando vemos alguém e o coração dispara, mas, secretamente, a intenção já existe: você está em busca de uma nova chance de acertar, de se reafirmar. Seu coração apenas dá o alerta quando você encontra a pessoa com quem colocar o plano em prática.</p>
<p>Em <em>Match Point</em>, Woody Allen passa a defender o outro lado da rede: a sorte como o definidor do rumo da nossa vida. O acaso como nosso aliado. Se a felicidade depende de nossas escolhas, é da sorte a última palavra. Você pode escolher livremente virar à direita, e não à esquerda, mas é a sorte que determinará quem vai cruzar com você pela calçada, se um assaltante ou o Chico Buarque. É a bolinha caindo para um lado, ou para o outro.</p>
<p>Tanto em <em>Crimes e pecados </em>como nesse excelente e impecável <em>Match Point</em>, fica claro o que todos deveríamos aceitar: nosso controle é parcial. Há quem diga até que não temos controle de nada. Não existe satisfação garantida e tampouco frustração garantida, estamos sempre na mira do imprevisível. Treinamos, jogamos bem, jogamos mal, escolhemos bons parceiros, torcemos para que não chova, seguimos as regras, às vezes não, brilhamos, decepcionamos, mas será sempre da sorte o ponto final.</p></blockquote>
<p><strong>A vida é maior que o controle&#8230;</strong></p>
<p>Au revoair!</p>
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